Resenha: Cinquenta Tons de Liberdade

23 de setembro de 2015

Título: Cinquenta tons de liberdade
(Trilogia Cinquenta Tons #3)
Autora: E.L James
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580572162
Ano: 2012
Páginas: 543
Tradução: Maria Carmelita Dias
Sinopse: "Agora Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades à sua frente. Mas Ana não sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele deve aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar dos fantasmas do passado."


    Cinquenta tons de liberdade criou em mim expectativas surreais, uma vez que, minha curiosidade para saber o final de Ana e Christian era enorme e, minha sede por respostas maior ainda. Devorei o livro em quatro dias (mesmo com a carga horária do trabalho) e me deixei levar pelos mistérios de Grey.
    Me decepcionei um pouco com a autora pelo fato de ter regredido novamente no terceiro livro com sua persistência em usar expressões repetidas várias vezes. Antes eu imaginava ser erro na hora da tradução, mas como os três livros foram traduzidos por pessoas diferentes é pouco provável que isso tenha acontecido. Fiquei desgostosa com a imensa falta de vocabulário da autora e até decorei diversas falas que se repetem incansavelmente ao decorrer da história.
    Ana, que me parecia uma personagem extremamente mais forte e madura no segundo volume da trilogia, voltou a ser indecisa; teimosa e chata, sempre questionando as mesmas coisas e alimentando cada dia mais as mesmas inseguranças à respeito de Christian, mas como a história tomou um rumo muitíssimo interessante neste livro, eu isolei este fato.
    Sem dúvidas este livro é o que mais nos aproxima de Christian, que nos mostra suas qualidades e defeitos de pertinho. Entendemos melhor o personagem e até me emocionei com sua história em diversos momentos. E preciso confessar que o modo como ele se esforçou e deu o seu melhor para ser algo diferente, sem deixar totalmente de lado seus desejos, por amor a Ana é admirável. Claro que ele não é um príncipe encantado, afinal, ele é cinquenta vezes fodido de cinquenta maneiras diferentes, mas é um personagem que evoluiu bastante desde o primeiro livro e isso é importante ressaltar.
    Dentre os pontos mais chatos do livro o que me irritou mais foi a facilidade com que Ana ganha as coisas, mas acho que isso irrita milhares de pessoas ao redor do mundo e não só a mim. Ganhar carro; celular; casa; emprego; cargo; empresa tudo de mão beijada é demais pra mim. Porém não demora muito para as coisas se tornarem mais interessantes no livro que, começou mal, mas se reergueu.
    Comecei a ler e devagarinho fui pensando comigo mesma "tá chato, tá chato" e quando eu menos esperava a autora me fisgou e me fez grudar os olhos nas páginas e ler sem conseguir parar nem pra descansar a mente. Não. Eu não consegui abandonar o livro até saber que estava na última página e, preciso concluir sobre o livro que o final foi muito bom, feliz e justo e eu acabei com gostinho de quero mais. Estou sentindo saudades dos personagens e isso só aconteceu comigo uma vez (com A maldição do tigre) então é isso. Uma trilogia prazerosa de se ler e que eu recomendo à todos que mantém suas cabeças abertas e que não costumam julgar as coisas sem antes conhecê-las.

    Se eu vou ler Grey ainda não sei, mas vocês vão ser os primeiros a saber <3 Beijos!

6 comentários:

  1. Fiquei super curiosa, li os 2 primeiros e pelo que vejo esse é melhor! Amo D+ :D !
    Beijos e Sucesso!
    http://maiaraangels.blogspot.com/

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    1. Maiara, se você gostou dos dois primeiros vai amar o terceiro. Haja coração pra não chorar!

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  2. Eu li "Cinquenta Tons de Cinza" e assim como você queria saber o final dos dois, porém não gostei do livro, só queria saber porque ele fazia aquilo. Estava super curiosa, mas não queria ler os próximos livros, sabe o que eu fiz? Perguntei o final para minha amiga que leu todos KKK. Realmente não gostei de cinquenta tons de cinza, apenas queria saber o final.
    Beijos.
    http://leit0res.blogspot.com.br/

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    1. Bia, eu não gosto da ideia de perguntar o final, haha. Tive a sorte de não ter visto nenhum spoiler do final dos dois, porque eu li sem saber nada realmente e amei. Achei que foi um final feliz e justo, esclarecedor até.

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  3. Eu sou do tipo que precisa experimentar alguma coisa pra saber se gosta ou não, sabe? Então li 50 tons, mesmo com todo mundo falando mal. E não achei ruim, apesar de não gostar muito de narrativa em primeira pessoa e nem no presente. Na verdade, esses dois fatos me irritaram muito: a Ana é uma chata, brother! Talvez em terceira pessoa eu não tivesse que ~conviver~ tanto com os mimimis dela! hahaha

    Mas no final não tive vontade de ler as continuações. Até porque me pareceu muito Crepúsculo, com aquela coisa de "sou mau e te faço mal, adeus" e ela "poxa", aí depois o relacionamento fica em hiato porque é melhor e ZzzzZZ... ahaha bom, posso estar enganada, mas tive preguiça de ler o 50 tons mais escuros. Talvez um dia isso passe e eu veja que perdi uma puta continuação! Vai saber :)

    Beijão

    A tal da Vivian

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    1. Vivian nisso eu concordo, a Ana é uma chata (nos livros), mas as continuações melhoram muito viu? Não é da água pro vinho, mas da água pra coca cola trincando eu diria. Não sei se você bebe refrigerante, acho que é questão de gosto mesmo. Mais pra frente dê uma chance ao livro.

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