Livros sobre empoderamento feminino

7 de março de 2017

    Terceiro dia de #SemanaDasMinas e eu nem sei como explicar o quão feliz eu estou nessa experiência. Já fazia um bom tempo que eu não participava de projeto algum aqui no blog e tem sido ótimo pra expor minhas ideias, compartilhar informações importantes e também trocar um papo legal com vocês leitores. Mas se você está perdido por aqui e não sabe do que eu estou falando eu vou dar uma recapitulada: eu e mais alguns blogs estamos dedicando esta semana inteira às mulheres. Já falei de Séries e filmes produzidos por mulheres (veja aqui), já falei de Mulheres poderosas da ficção (veja aqui) e também tem um sorteio rolando (participe aqui), mas hoje eu vou falar do que eu mais gosto: livros. 
     Eu já falei sobre minhas autoras favoritas lá no canal e agora vou indicar alguns livros pra vocês com personagens determinadas, fortes e que se destacam buscando seu lugar ao sol. É claro que eu poderia fazer uma lista imensa e citar vários e vários títulos, mas hoje vou falar só de alguns que li recentemente e me senti muito inspirada. 

Trono de Vidro, Sarah J. Maas
"Nas sombrias e sujas minas de sal de Endovier, uma jovem de 18 anos está cumprindo sua sentença. Celaena é uma assassina, e a melhor de Adarlan. Aprisionada e fraca, ela está quase perdendo as esperanças quando recebe uma proposta. Terá de volta sua liberdade se representar o príncipe de Adarlan em uma competição, lutando contra os mais habilidosos assassinos e larápios do reino. Endovier é uma sentença de morte, e cada duelo em Adarlan será para viver ou morrer. Mas se o preço é ser livre, ela está disposta a tudo."
   Trono de Vidro eu li recentemente, veja a resenha aqui. Logo fiquei apaixonada pela narrativa e pela personagem. Celaena é uma assassina, a melhor de Adarlan, mas por ser uma mulher todos duvidam dela, querem dizer a ela que uma mulher não pode se comportar daquela maneira. Num campeonato, onde todos seus oponentes são homens ela tem que lidar com muito desaforo pra provar que é capaz. 

Boa Noite, Pam Gonçalves
"Alina quer deixar seu passado para trás. Boa aluna, boa filha, boa menina. Não que tudo isso seja ruim, mas também não faz dela a mais popular da escola. Agora, na universidade, ela quer finalmente ser legal, pertencer, começar de novo. O curso de Engenharia da Computação - em uma turma repleta de garotos que não acreditam que mulheres podem entender de números -, a vida em uma república e novos amigos parecem oferecer tudo que Alina quer. Ela só não contava que os desafios estariam muito além da sua vida social. Quando Alina decide deixar de vez o rótulo de nerd esquisitona para trás, tudo se complica. Além de festas, bebida e azaração, uma página de fofocas é criada na internet, e mensagens sobre abusos e drogas começam a pipocar. Alina não tinha como prever que seria tragada para o meio de tudo aquilo nem que teria a chance de fazer alguma diferença. De uma hora para outra, parece que o que ela mais quer é voltar para casa."
    Boa Noite é uma ótima dica, Alina passa por tanta coisa no livro, problemas que várias garotas também passam na vida real tanto aqui no Brasil como no mundo todo. E a forma com que a personagem lida com tudo isso, a proposta de intervenção que a autora escolheu é genial. Me senti muito bem representada. Leia a resenha do livro aqui

Divergente, Veronica Roth 
"Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive."
    Eu li Divergente pela primeira vez em uma das Maratonas Literárias de Inverno que o Victor do canal Geek Freak costuma promover no meio do ano. Conheci a Tris e foi amor à primeira vista, você pode ler a resenha clicando aqui. A personagem principal é um exemplo de força e não abaixa a cabeça pra homem algum, ela vai atrás de seus objetivos e passa por cima de todos que a julgam ou duvidam de sua capacidade.

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Um comentário:

  1. Essa pessoa aqui está sentindo vergonha por não ter lido nenhuma dessas indicações hahahahah

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