Unbreakable Kimmy Schmidt

19 de abril de 2017

   "Depois de viver durante 15 anos isolada em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra, Kimmy (Ellie Kemper) descobre que estava sendo enganada. Assim que é liberta, ela decide ir morar em Nova York, onde faz novos amigos e descobre um mundo inteiramente novo, que ela vai desbravar com um desafio por vez."
    Oie gente, tudo bem por aí? Estava eu reparando aqui, que já faz um tempinho eu não faço críticas sobre temporadas e séries no geral, senti até saudades de falar sobre o assunto então hoje vamos quebrar este hiatus e falar de Unbreakable Kimmy Schmidt, uma série curtinha de comédia lá da Netflix presente desde 2015, criada por Tina Fey e Robert Carlock. 
    A série é bem curtinha, por enquanto conta com duas temporadas de 13 episódios cada, porém cada um deles tem em média só 25 minutos, ou seja, são bem rápidos. Eu mesma terminei a série toda em dois dias (só porque eu estou afastada do trabalho e da faculdade) e mal posso esperar o mês de Maio para ver a terceira temporada. 
    Contando o enredo pro meu namorado ele imaginou que fosse uma série de terror, não de comédia, afinal Kimmy foi sequestrada e mantida em cativeiro durante 15 anos por um "pastor" que convenceu a mesma e mais três mulheres de que se tratava do apocalipse e que eles eram os únicos sobreviventes. A série, no entanto, começa quando Kimmy é liberta do "bunker" onde era mantida e precisa agora aprender novamente como conviver na sociedade: terminar o colégio, arrumar um emprego e um lugar pra morar. 
    A graça da série é que Kimmy foi sequestrada ainda criança e volta à sociedade já sendo uma mulher formada, ou seja, ela não sabe muito bem como se comportar. Ela nunca foi beijada, nunca teve relações sexuais, ainda usa tênis com luzes e roupas "infantis" pra sua idade, é aos poucos que seu colega de "apartamento", Titus, vai lhe ensinando algumas coisas e ela passa a recuperar o tempo perdido. 
   Porém, na segunda temporada da série, Kimmy precisa lidar com problemas mais sérios. Ela passa a sofrer com alguns reflexos deixados pelo seu trauma e recusa de toda maneira procurar ajuda pra superar isso. Além de sofrer por amor pela primeira vez, Kimmy vai encontrar dificuldades na sua amizade com Titus, obstáculos na sua amizade com Cyndee, vai precisar enfrentar o "falso profeta" que as mantiveram em cativeiro e ainda descobrir quais são seus outros traumas além do bunker e como lidar com eles.
   Eu particularmente gostei muito mais da segunda temporada, onde os personagens tiveram mais espaço pra se desenvolverem e o enredo tomou um caminho que eu jamais imaginava numa série de comédia. Trataram de temas muito importantes, mas sem deixar a piada de lado. Claro. Tem muito romance, muita muita muita referência (inclusive à Friends minha série preferida) e é bastante engraçada. 
   Até aqui eu adorei a série de um todo, recomendo à quem está procurando algo leve pra assistir e rápido também: é uma ótima dica pros feriados prolongados de Abril. Só o que eu espero para a próxima temporada é que Titus amadureça, realize seus sonhos e resolva ajudar mais nas contas de casa porque só a coitada da Kimmy pagando as contas não dá, né? 

Um comentário:

  1. Gosto muito da série, a Kimmy e a Jacqueline são as minhas personagens preferidas. É uma das melhores séries de comédia da Netflix :)

    Bitaites de um Madeirense

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